terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Evangelho no Lar...

Faça florescer a paz no seu lar:




Finalidades

1. Estudar o Evangelho de Jesus, à luz do Espiritismo, o qual nos possibilita entendê-lo em „espírito e verdade“, facilitando, assim, pautar nossas vidas segundo a vontade de Deus.

2. Criar em todos os lares, o hábito salutar de reuniões evangélicas, para que os mesmos despertem e acentuem o sentimento de fraternidade, que deve existir em cada criatura.

3. Pelo momento de paz e compreensão que o Evangelho no Lar oferece, une mais as pessoas e proporciona-lhes uma vivência mais tranquila.

4. Tornar o Evangelho melhor compreendido e exemplificado.

5. Proteger os lares de influências espirituais negativas, higienizando-o pelos nossos pensamentos e sentimentos elevados, possibilitando assim, a ajuda dos Mensageiros do Bem.

6. Facilitar no lar e fora dele, o amparo necessário para enfrentar as dificuldades materiais e espirituais, mantendo os princípios da oração e vigilância dos pensamentos e sentimentos.

7. Elevar o padrão vibratório dos componentes do lar, a fim de que ajudem, com mais eficiência o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor.

Roteiro

1. Escolher um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os elementos da família, ou a maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e essa hora da reunião, para facilitar a assistência espiritual.

2. Depois de providenciar uma jarra ou copos com água para fluidificar, e tendo o local preparado (silêncio ou música suave), iniciamos, na hora marcada, com uma prece simples e espontânea dirigida à Deus, em que, mais que as palavras, tenham valor os sentimentos, não devendo, portanto, ser decorada.

3. Fazer a leitura do Evangelho, ou outro livro de mensagens, em sequência ou ao acaso.

4. Fazer comentários breves sobre o trecho lido, buscando a essência dos ensinamentos de Jesus, para aplicação na vida diária, evitando comentários de desdouro às religiões ou pessoas e, também, não manter conversação menos edificante.

5. A reunião pode ser dirigida por qualquer pessoa da casa, de preferência pela que tiver mais conhecimentos doutrinários, a qual caberá incentivar a participação de todos e tornar as lições fáceis de serem compreendidas.

6. Em seguida, convida-se os participantes a fazerem um recolhimento interior (silêncio interior, afastando as preocupações , e fechando os olhos, bem relaxados).

7. Iniciamos a subida vibratória, ligando-nos, mentalmente com:

a) mentor individual ( anjo da guarda/ guia espiritual/. Agradeça-lhe, com muito amor, a proteção que ele lhe oferece em todos os momentos de sua vida.

b) as fraternidades do espaço, que trabalham pelo Bem, e em especial com as responsáveis pela higienização espiritual dos ambientes, e lhe pedimos trazer muita luz ao nosso lar, para afastarem energias negativas e dar-nos proteção.

c) Buscamos os planos suaves e harmoniosos de Maria de Nazareth, a doce mãe de Jesus, pedindo que dulcifique os nossos corações, aumentando assim, a nossa capacidade de amar e perdoar.

d) vamos ao encontro de Jesus, nosso Mestre, pedindo suas bençãos e forças para vivenciarmos seus exemplos de Amor.

e) finalmente nos ligamos a Deus, nosso Pai Criador, louvando-o através da prece „Pai Nosso“.

f) em seguida, propomo-nos à oferecer as nossas melhores vibrações de amor:

Para o Bem Universal;
Pela paz na Terra, que é um Lar que nos abriga e pela Humanidade, como nossa grande família;
Pelo nosso país;
Pela confraternização de todas as religiões e filosofias;
Por todos os que sofrem, encarnados ou desencarnados;
Doentes, crianças, jovens, velhos, criminosos;
Pela harmonia e concórdia em todos os lares da Terra;
Pelos nossos familiares, amigos e supostos inimigos;
Pelas pessoas que gostaríamos de auxiliar (cujos nomes/endereço podemos colocar sobre a mesa);
Por nós mesmos, agradecendo pelo que temos e somos, e rogando forças para que nos esforcemos em melhorar intimamente.;
Pedimos a proteção semanal para nosso Lar, mentalizando Jesus, entrando pela nossa porta principal, iluminando e protegendo nossa casa, nossos familiares e a nós mesmos. Entregue seus problemas a Jesus. Jesus nunca deixa de nos ouvir. Só que nem sempre pedimos o que seja o melhor para nós no momento, mas Jesus, em sua Sabedoria Infinita, nos dará o que mais nos convier;
Com muita fé pedimos à Jesus que abençõe a água que temos sobre a mesa (se for garrafa/jarra deixe sem tampa), descendo sobre ela fluídos retificadores e salutares, que nos fortificarão fisicamente e espiritualmente.
Finalizando, mentalize uma cúpula protetora ao redor da casa, na tonalidade rosa claro. Fazer uma prece espontânea de agradecimento por tudo e encerra-se a reunião.

Observações importantes

As preces e leitura do texto devem ser feitas em voz alta!. Sua voz, lendo textos elevados e proferindo preces com amor, afastará de você as energias negativas e, ao mesmo tempo, esclarecerá espíritos menos evoluídos. Você estará colaborando para que eles se afastem já bem melhores.

O culto do evangelho não é trabalho mediúnico. Assistência espiritual e trabalho mediúnico devem somente ser realizados em Sociedade Espírita idônea.

A duração não deve ultrapassar 30 minutos.

Não suspender a prática do Evangelho em virtude de visitas, passeios adiáveis, ou acontecimentos fúteis;

Crianças só poderão participar quando tiverem idade ou amadurecimento suficientes para acompanhar a reunião sem fadiga ou inquietação. Elas podem colaborar ativamente segundo a sua capacidade, quer nas preces, comentários ou leituras;

Os lares cristãos são refúgios sagrados para os membros da comunidade e o Evangelho no Lar é um recurso de extraordinária importância, de que se utiliza o Plano Espiritual para sustentar o trabalho de evangelização da humanidade e proteção da família;

Por sua grande importância, esse trabalho é especialmente visado pelos espíritos inferiores, que procuram interferir pra impedir sua expansão, sendo necessário perseverança e fé para sua continuidade e preservação.

REFERÊNCIA:

Disponível em:<http://umbandareligiao.blogspot.com.br/p/evangelho-no-lar.html>.Acesso em:25/02/2014.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Entendendo a Umbanda...

     Não temos “feituras de cabeça”, boris, raspagens, camarinhas, roncós, corpo fechado, ebós, orunkô, feitura de santo, bascos, firmo de nação, etc. 

    As sessões obedecem a horários pré-estabelecidos. Não vemos nenhum sentido em sessões madrugadas adentro. Por que não? Simplesmente por ser contraproducente, ninguém consegue manter a “gira firmada” por tanto tempo, as pessoas trabalham, ficam cansadas, e a falta de concentração, ou nível energético dos médiuns tende a cair drasticamente após 3 horas consecutivas de culto. Além do mais a própria assistência começa a ficar desacomodada, desconfortável, gerando vibrações de impaciência e falta de interesse. Tudo isso gera um desacordo energético que acaba por influenciar o bom andamento da gira. É claro que estamos nos referindo às giras ordinárias e não às festivas. 

    O abate de animais (sacrifício) não faz parte, em nenhum momento, de qualquer rito da Umbanda 
(aberto ou fechado). 

    No que diz respeito a oferendas aos Orixás, guias, ou entidades menores, ressalto que sou contra o uso excessivo desse recurso como elemento de religação. A oferenda tem sua função específica e determinada. A banalização da mesma influencia negativamente no desenvolvimento do médium e na evolução do espírito (guia ou protetor) que a está recebendo. 

    Aqui você pode estar perguntando como e porque o uso excessivo de oferenda pode atrapalhar a evolução de um espírito e/ou de um médium. A resposta é simples e como em tudo há sempre dois lados a serem observados: Na realidade desestimulamos tudo que seja excessivo. No caso das oferendas, existem conseqüências de ambos os lados, material e espiritual. 

Do lado material: 

a) O custo dos elementos da oferenda (muitas pessoas chegam a deixar de comer, ou até mesmo, permitem que falte alguma coisa dentro de sua casa para comprar os elementos da oferenda). 
b) Estímulo a barganha espiritual, ou seja, o ofertante acredita que oferendando alguma coisa poderá obter privilégios junto a espiritualidade. 
c) Estímulo a preguiça espiritual no sentido da evolução, ou seja, o ofertante começa a acreditar que a oferenda substitui o seu empenho em melhorar enquanto pessoa, geralmente com a famosa frase : “Eu cuido do meu santo, já arriei minhas coisinhas”. 

Do lado espiritual: 

a) Pela pessoa somente se interligar com a espiritualidade através da oferenda, as entidades receptoras começam a pedir cada vez mais oferendas com o intuito de estarem sempre próximas da pessoa, pois sabemos que para que haja aproximação da entidade é necessário que haja sintonia de pensamentos e sentimentos. Quando fazemos uma oferenda, geralmente elevamos a nossa faixa vibracional e nos harmonizamos com a entidade. Isso faz com que comece a haver uma espécie de “vício” ou “ciclo vicioso”, onde entidade e pessoa começam a precisar da oferenda para se comunicarem. 
b) Disso surgem pedidos cada vez mais frequentes impedindo a evolução da pessoa e da entidade que começa a ver na oferenda a única forma de contato com a pessoa ofertante. 

    O nosso objetivo é orientar que a oferenda deva vir apenas como uma representação material de agradecimento e não de comunicação com as entidades, que basicamente e de maneira geral não precisam de oferenda. Quanto menos evoluída a entidade e mais apegado a matéria for o médium, mais ambos “precisarão” de oferendas. 

    Se dispor a ser médium não significa apenas entrar para a corrente de um terreiro e dar incorporação. Mas se colocar a disposição, a serviço da caridade. E sabemos muito bem que não há necessidade da incorporação para que isso ocorra, assim como sabemos também que arriar oferenda não é “cuidar do santo”. 

    Com tudo isso exposto, esclareço que o uso da oferenda como elemento de atração, religação ou ponto de fixação dependerá da orientação de cada dirigente umbandista. 

   Havendo a real necessidade, a oferenda deve ser feita em locais determinados, normalmente junto à natureza ou reinos apropriados. Lembrando sempre de deixar o local limpo como foi encontrado. Sou absolutamente contra, por exemplo, acender velas perto de árvores (risco de 
incêndio) ou numa pedra (sujeira da cera). 

    Nós umbandistas amamos a natureza e as suas energias, como podemos sujar os locais sagrados para nós? É no mínimo incoerente. E uma coisa que o umbandista não pode ser é incoerente. 

    A situação ideal é que todas as oferendas sejam feitas dentro do próprio terreiro em alguma parte destinada para esse fim. A vestimenta básica do trabalhador de Umbanda é toda branca. Não há, sob hipótese alguma, retribuições financeiras por trabalhos executados, consultas, ou o que quer que seja, e nada, absolutamente nada, justifica a cobrança de consulta, mesmo que seja um valor insignificante ou irrisório. Alguns chegam a dizer que é para ajudar na manutenção do Templo, mas afirmo que esta é uma responsabilidade do Dirigente e seu corpo mediúnico. Existem inúmeras maneiras de se sustentar um terreiro sem que haja necessidade de se cobrar por nada que envolva o sagrado. 

    A ascensão ao sacerdócio na Umbanda se faz através do tempo, da propriedade individual, da constância e seriedade com que o médium se propõe à caridade. Objetivando auxiliar o médium nesta tarefa, são realizados determinados preceitos e obrigações, testes e avaliações. Mas fundamentalmente o trabalho, o tempo, a dedicação e o estudo são a firmeza do médium, pois não adianta fazer uma série de recolhimentos e preceitos se o médium não se entrega à função sacerdotal dentro e fora do terreiro, com responsabilidade e consciência de seu papel. 

    A prática religiosa deve ser realizada em locais específicos, nos centros. O atendimento na residência do médium pode se tornar altamente perigoso, pois não haverá as firmezas necessárias para a descarga dos atendimentos ou trabalhos lá realizados. Muitos médiuns não vêem problema algum em atender uma ou outra pessoa em casa, entretanto existem conseqüências desastrosas para quem começa assim e se deixa levar pela vaidade. 

REFERÊNCIA:
 
PERY, I.A. Umbanda: Mitos e Realidade. Disponível em: <http://caboclopenabranca.com.br/Umbanda_Mitos_e_Realidade.pdf>. Acesso em: 25/01/2014.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

ORAÇÃO A SÃO JORGE


"Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge Rogai por Nós."

REFERENCIA:

Oração a São Jorge. Disponível em:<http://uumbandaparatodos.blogspot.com.br/2008/03/quem-so-os-caboclos-da-umbanda.html>. Acesso em: 26/12/2013.

Os Caboclos...

              Originalmente, a palavra Caboclo significa mestiço de branco com índio, mas na percepção umbandista, referem-se aos indígenas que em épocas remotas habitaram diversas partes dos planetas, como civilizações aparentemente primitivas, mas na realidade de grande sabedoria. 
           Espíritos que, embora suas encarnações tenham vivido em outros países, identificam-se espiritualmente na vibração dos Caboclos, como por exemplo, os Índios Americanos, os Astecas, os Maias, os Incas e demais indígenas que povoaram a América do Sul. 
            Falar em Caboclos na Umbanda, é fazer menção a todos ele que, com denominações diversas, atuam em nossos terreiros e que, com humildade, como muito bem recomendada a espiritualidade, omitem detalhes referentes à suas vidas quando encarnados. 

REFERENCIA:

Os Caboclos&Caboclas. Disponível em:<http://www.umbandaesoterica.com.br/aclCaboclos1.html>. Acesso em: 26/12/2013.

sábado, 23 de novembro de 2013

Os guardiões

Exu é entidade de luz (em evolução) com profundo conhecimento das leis magísticas e de todos os caminhos e trilhas do Astral Inferior.  São os guardiões, são os espíritos responsáveis pela disciplina e pela ordem no ambiente. São trabalhadores que se fazem respeitar pelo caráter forte e pelas vibrações que emitem naturalmente. Eles se encontram em tarefa de auxílio. Conhecem profundamente certas regiões do submundo astral e são temidos pela sua rigidez e disciplina. Formam, por assim dizer, a nossa força de defesa, pois vocês não ignoram que lidamos, em um número imenso de vezes, com entidades perversas, espíritos de baixa vibração e verdadeiros marginais do mundo astral, que só reconhecem a força das vibrações elementares, de um magnetismo vigoroso, e personalidade forte que se impõem. Essa é a atividade dos guardiões.

Sem eles, talvez, as cidades estivessem à mercê de tropas de espíritos vândalos ou nossas atividades estivessem seriamente comprometidas. São respeitados e trabalham à sua maneira para auxiliar quanto possam. São temidos no submundo astral, porque se especializaram na manutenção da disciplina por várias e várias encarnações. Muitos do próprio culto confundem os Exus com outra classe de espíritos, que se manifestam à revelia em terreiros descompromissados com o bem.

Na Umbanda a caridade é Lei Maior, e esses espíritos, com aspectos mais bizarros que se manifestam em médiuns são, na verdade, outra classe de entidades, espíritos marginalizados por seu comportamento ante a vida, verdadeiros bandos de obsessores, de vadios, que vagam sem rumo nos subplanos astrais e que são, muitas vezes, utilizados por outras inteligências, servindo a propósitos menos dignos.

Os espíritos que chamamos de Exus são, na verdade, os guardiões, os atalaias do Plano Astral, que são confundidos com aqueles dos quais falei. São bondosos, disciplinados e confiáveis. Utilizam o rigor a que estão acostumados para impor respeito, mas são trabalhadores do BEM.

São eles os verdadeiros Exus da Umbanda, conhecidos como guardiões, nos subplanos astrais ou umbral. Verdadeiros defensores da ordem, da disciplina, formam a polícia do mundo astral, os responsáveis pela manutenção da segurança, evitando que outros espíritos descompromissados com o bem instalem a desordem, o caos, o mal. Têm experiência nessa área e se colocam a serviço do bem, mas são incompreendidos em sua missão e confundidos com demônios e com os quiumbas, os marginais do mundo astral. NÃO EXIGEM NEM ACEITAM "TRABALHOS", DESPACHOS OU OUTRAS COISAS RIDÍCULAS das quais médiuns irresponsáveis, dirigentes e pais de santo ignorantes se utilizam para obter o dinheiro de muitos incautos que lhes cruzam os caminhos. Isso é trabalho de Quimbanda, de magia negra. NADA TEM A VER COM A UMBANDA!”


NOMES DOS GUARDIÕES:

Tranca rua

-Tranca Rua das Almas; Tranca Rua da Encruzilhada; Tranca Rua de Embaré e Tranca Rua Rua das Matas.

Veludo 

 -Exu Veludo da Meia Noite; Exu Veludo Cigano; Exu Veludo 7 Encruzilhadas; Exu Veludo Menino (Veludinho); Exu Veludo dos 7 Cruzeiros; Exu Veludo das Almas; Exu Veludo dos Infernos; Exu Veludo da Kalunga; Exu Veludo da Praia; Exu Veludo do Oriente; Exu Veludo Sigatana; Exu Veludo do Lixo.

Meia Noite

Exu Meia Noite da Kalunga; Exu Meia Noite das Almas; Exu Meia Noite da Praia; Exu Meia Noite do Mar; Exu Meia Noite do Oriente; Exu Meia Noite das 7 Encruzilhadas; Exu Meia Noite da Capela; Exu Meia Noite do Cruzeiro; Exu Meia Noite da Mata.

Tiriri

 -Exu Tiriri das Encruzilhadas; Exu Tiriri das Matas; Exu Tiriri dos Infernos; Exu Tiriri Menino; Exu Tiriri da Calunga; Exu Tiriri das Almas; Exu Tiriri da Figueira; Exu Tiriri do Cruzeiro; Exu Tiriri da Meia Noite e Exu Tiriri Cigano.
Alguns Tiriris ao final do nome dão outro nome em africano, para especificar o tipo de Tiriri que comanda no Astral :
-Tiriri – Apavená; Tiriri – Apanadá; Tiriri – Bará; Tiriri – Lonãn,

Cigano

Os outros Exus que se manifestam como ciganos, quase nunca se chamam "ciganos", por que de uma maneira geral são Almas de Ciganos que se iniciaram no culto, e chegam com a representação de algum outro Exu do Alto Comando, por exemplo: Exu Corcunda Cigano.
Alguns de seus caminhos são ramos de onde podem chegar os distintos ciganos:
- O que vem da África Oriental, Arábia e outros países asiáticos. Exu Cigano do Oriente
- Exu Cigano do Circo - O que trabalha - como indica seu nome - nos circos e também em todos os lugares onde fazem espetáculos públicos.
- Exu Cigano do Pandeiro – É ele que vem com um pandeiro na mão, bom dançarino, tem um estilo turco.
- Exu Cigano Caló – É ele que representa a os ciganos que vieram ao Brasil desde Portugal, Espanha e França.
- Exu Cigano da Praça - Aquele que se dedica a buscar oportunidades nas praças, feiras e parques, fazendo negócios.
- Exu Cigano Romanó - Quando se apresenta como um cigano que vem de algum dos países de Europa oriental.
- Exu Cigano do Violino - Que é a passagem na qual ele sabe tocar violino, sendo um cigano rumano.
- Exu Cigano da Lira – Que faz alusão aos conceitos: a) que provém de uma cidade africana chamada Lira e que fora a princípio um ponto de encontro entre várias raças para comerciar; b) que é hábil compondo canções, cantado e tocando instrumentos variados.
- Exu Cigano Giramundo - Que não deve se confundir com "Exu Giramundo-cigano", pois Cigano giramundo é uma passagem de Exu Cigano o que mostra sob a faceta de trota-mundos, andarilho, em sua carruagem viajando de povo em povo. Sem dúvida, Giramundo-cigano é a representação de Exu Giramundo através de uma passagem como cigano.
- Exu Cigano do Garito - O que trabalha nas casas de jogo clandestino. Devemos ressaltar, que "garito" é uma palavra cigana.

- Exu Angola – Que pertence ao povo das Almas do Cativeiro.
- Exu Cobra Preta – Pertence ao povo das Cobras que trabalha dentro do Reino das Matas.
- Exu Come-Fogo – Ronda nas cercanias dos crematórios e pertence ao povo do forno.
- Exu Coquinho dos Infernos – Que integra o grupo do Povo dos Infernos (dentro do Reino da Lira).
- Exu da Estrada – Que trabalha nas rotas e estradas (povo do Cruzeiro da Rua).
- Exu da Lama – Tem a incumbência onde há incêndios e faz parte do Povo do Forno.
- Exu Dalva – Pertence ao Povo do Cruzeiro do Espaço. Gosta de trabalhar quando está amanhecendo e recebe as oferendas em terrenos abertos.
- Exu do Ar - Trabalha sob o comando de Exu dos Ventos.
- Exu Formiga – Pertence ao Povo das Campinas, mora perto dos formigueiros onde procura um de seus alimentos prediletos: as formigas.
- Exu Gato – Prefere trabalhar nas encruzilhadas dos montes.
- Exu Gererê – Trabalha dentro do mar, pertence ao povo dos pescadores, de fato, seu nome significa “red” em linguagem banto.
- Exu Hora-Grande – Outro tipo de nome que se usa para referir-se a Exu Meia-Noite.
- Exu Kolobô - Que trabalha nos cemitérios e ataca condolências, pertence ao povo das mirongas.
- Exu Lalu – Trabalha nas encruzilhadas da praia sob as ordens de Exu Mirim.
- Exu Limpa-Trilhos – Trabalha nas vias de trem abrindo os caminhos, pertence ao povo da Encruzilhada de Trilhos e seu chefe direto é o Exu Marabô.
- Exu Mangue – Vive nos mangues.
- Exu do Pantanal - pertence ao povo do Lodo.
- Exu Pinga-Fogo – Que pertence ao povo dos Fornos ou do Fogo (povo do fogo material).
- Exu Relâmpago – Trabalha no povo da Encruzilhada do Espaço (pontos cardinais), sob as ordens de Seu Sete Gargalhadas.
- Exu Sete Horas – Que pertence ao povo do Cruzeiro do Espaço.
- Exu Tira-Tôco – Trabalha nos montes de Eucaliptos a beiradas do mar. Pertence ao povo da mata da praia.
- Exu Tranca-Gira – Trabalha nos cruzeiros sob as ordens de Exu Tranca Tudo.

Exu Aleba; Exu Apavenã; Exu Arranca Toco; Exu Banzé; Exu Bara; Exu Bauru; Exu Boca de Fogo; Exu Caçamba; Exu Candô; Exu Casamenteiro; Exu Caverinha; Exu Chico Preto; Exu Cobra Preta; Exu Cobra Coral; Exu Corcunda; Exu Corcunda Cigano; Exu Corcunda das Almas; Exu Coruja; Exu Corvo Negro; Exu da Figueira; Exu da Guiné; Exu da Laranjeira; Exu da Limeira; Exu do Aço; Exu do Congo; Exu do Ferro; Exu do Lodo; Exu do Mar; Exu Espeto; Exu Folha Seca; Exu Gato Preto; Exu Guerreiro; Exu Jibóia; Exu João Caveira; Exu João da Bahia; Exu João das Almas; Exu João Kalunga; Exu João Mandinga; Exu João Mironga; Exu João Pepeu; Exu Laborê; Exu Loá; Exu Lofe; Exu Lonã; Exu Madeiro; Exu Maiô; Exu Mareiro; Exu Maromba; Exu Marujo; Exu Matança; Exu Miloá; Exu Mirô; Exu Olho Grande; Exu Panteira; Exu Pé de Ferro; Exu Pedra Preta; Exu Pedra roxa; Exu Pena de Coruja; Exu Pena de Urubu; Exu Pena Preta; Exu Pimenta; Exu Rebolo; Exu Rei; Exu Rei das Sete encruzilhadas; Exu Rei da Calunga; Exu Saci; Exu Serapião; Exu Sete Aço; Exu Sete Baforadas; Exu Sete Caveras; Exu Sete Dias; Exu Sete Encruzas; Exu Sete Encruzilhadas; Exu Sete Facadas; Exu Sete Garfos; Exu Sete Montes; Exu Sete Poeiras; Exu Sete Pregos; Exu Tata Caveira; Exu Tata Ndaí; Exu Tatalá; Exu Tatu; Exu Tibiri; Exu Tiriri; ,Exu Tiriri Lonan; Exu Tira-Teima; Exu Toquinho; Exu Tranca Rua das Almas; Exu Tranca Rua da Encruzilhada; Exu Tranca Tudo; Exu Tranca Gira; Exu Treme Terra; Exu Três Encruzilhadas da Perdição; Exu Três Penas; Exu Tronco; Exu Tronqueira; Exu Trovoada; Exu Tuniquinho; Exu Urubu; Exu Veludo;


"Aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais, e ensinaremos àqueles que souberem menos, e a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai." - Caboclo das Sete Encruzilhadas.


REFERÊNCIAS:

PINHEIRO, R. Exu (O guardião). Disponível em:< http://www.casaluzeterna.com.br/exu-o-guardiao.html>. Acesso em: 23/11/2013.

Nomes dos guardiões. Disponível em:< http://guardioesdaumbanda.no.comunidades.net/index.php?pagina=1841183531>. Acesso em: 23/11/2013.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

As ervas...

O uso das ervas na Umbanda é mágico.

No site "Giras de Umbanda" eles tem o privilégio de poder contar com o conhecimento de Jair Bonamigo, um estudioso dedicado as ervas fitoterápicas. Abaixo, está algumas das principais ervas utilizadas nos rituais com observações sobre suas propriedades fitoterápicas acrescidas das suas características ritualísticas.

GUACO, ERVA DE COBRA ou CIPÓ CATINGA:



Esta erva veio do Peru e era utilizada pelos incas contra picadas de cobras e de insetos venenosos usando uma folha para uma xícara de água. Os índios utilizavam a folha do guaco em banhos para afastar a cobra humana. Da folha desta planta prepara-se xarope de bom efeito contra a bronquite e as tosses rebeldes (derrete-se o açúcar junto com as folhas picadas, acrescenta água e ferve até engrossar, pode adicionar mel no final).
Formas de uso: chá, xarope e banho.
Orixás: Yasã / Oya
Características: Planta trepadeira com folhas totalmente verdes e de espessura mais grossa, flores brancas.


MÃO DE DEUS:



Muito receitada para combater vícios de drogas (cigarro, bebida, etc) utilizando na forma de chá, também se utiliza muito em rituais de sacudimento e em pó. Coloca sob o travesseiro para fazer dormir. O fruto maduro, por infusão, é usado contra hemorroidas.
Formas de uso: Chá, pó, sacudimento.
Orixás: Oxalá.
Características: Cipó muito comum em terrenos abandonados, suas folhas lembram a palma de uma mão divididas em cinco lobos, flores amarelas.


TERRAMICINA ou PERNA DE SARACURA:



Bom para infecções, internas ou externas, excelente depurativo do sangue, utiliza-se em forma de chá de hora em hora ou de 2 em 2 horas. A exemplo do guaco também é utilizado contra picadas venenosas, e antibiótico.
Formas de uso: Chá
Orixás: Xangô e Yansã / Oya.
Características: Caule e folhas arroxeadas.


COLÔNIA ou COLÔNIA DO NORTE:



Uma das folhas mais importantes e utilizadas na umbanda e candomblé. Tem como principal característica litúrgica ser o maior contra Egum que existe.
Formas de uso: Defumação e Banho.
Orixás: Yemanjá e Oxalá
Características: Folhas grandes, lisas e longas de coloração verde.


ARRUDA: 



Mais uma erva bastante usada ritualisticamente, conhecida por todos e ao mesmo tempo requer muitos cuidados, tanto no sentido litúrgico como medicinal. Seu uso litúrgico é bastante vasto, principalmente como amuleto e banhos, porém este último não pode ser aplicado na cabeça, salvo filhos de Ogum e Exu, os Orixás desta erva.
Pó da folha seca: Seu uso medicinal é bastante moderado, pois tem ação vermicida (ótimo contra pulgas e piolhos).
Durante a gravidez a arruda tem um efeito especial sobre o útero, ocasionando hemorragia grave, levando ao aborto e a morte. “Acrescentamos que o aborto é raro e que a administração desta substancia com um fim criminoso (aborto)”. Pode acarretar a morte da mãe sem que haja parto”. (Dictionnaire des Plantes Medicinales, Pg. 541, Pelo Dr. A. Héraud). Repetimos a advertência que, tratando-se de uma planta muito ativa, só deve ser administrada com muita prudência, quando usada internamente. O chá de arruda é bom calmante dos nervos e trata urina presa.
Formas de uso: Amuleto, pó externamente e chá.
Orixás: Ogum e Exu.
Características: É um sub-arbusto com folhas pequenas verdes claras fortemente aromáticas.

ALFAVACA, ERVA DE BOIADEIRO ou MANJERICÃO DE FOLHA LARGA:



Esta erva é muito utilizada pelos caboclos em rituais de sacudimento (geralmente junto com peregum) tem suas folhas aromáticas, estimulantes e diuréticas. Aplica-se nos casos de ardor ao urinar, enfermidades dos intestinos, estômago, rins e bexiga. Externamente usa-se para gargarejo em casos de dor de garganta, aftas, etc. Com o chá das folhas, ou com o chá das sementes em maceração, preparam-se compressas que as mães lactantes aplicam sobre os bicos dos seios afetados.
Forma de uso: chá, sacudimento, gargarejo.
Orixás: Oxalá, Oxossi, Oxum.
Características: Planta muito cheirosa de folhas ovais ou oval – elípticas, compridas. Inflorência em espigas.

MANJERICÃO: 



A erva boa pra tudo, esta é a melhor definição do manjericão que é bastante conhecido na cozinha em forma de cozimento.Tem como principal característica litúrgica o poder de elevação espiritual por isso é muito utilizada em banho da coroa, amaci.
Formas de uso: Banho e chá.
Orixás: Oxalá.
Características: Pequenas folhas ovais arredondadas de coloração verde clara inflorência em espigas.

PEREGUM, PAU D’ÁGUA ou IPEREGUM:



Uma erva de uso extremamente ritual difere em suas cores para diferenciar os orixás que pegam cada uma delas e são extremamente apreciadas para rituais de sacudimento, acompanhadas de outras ervas ou não, muito utilizadas também em banho de amaci ou que antecedem cada trabalho de seu respectivo orixá.
Formas de uso: Banho de sacudimento.
Orixás: De acordo com as cores, sendo verde de ogum, verde e amarelo de Oxossi e Logunedé, verde e branco de Ossain, vermelho de Oia e Xangô.
Características: São folhas lisas e compridas, um pouco mais estreitas e menores do que a colônia, por exemplo, encontradas nas cores acima citadas.
O Peregum vermelho (Xangô e Oya) também é chamado de folha de fogo.

ABRE CAMINHO ou PERIQUITINHO DE OGUM:



Sua aplicação é também de cunho litúrgico. Nas formas de banho de defesa, sacudimento e defumação, com o principal objetivo de abrir os caminhos seja no trabalho ou na vida pessoal. Os pós feitos de suas folhas secas e triturados servem para misturar no pó de pemba ou pó de abre caminho. Também se usa a folha seca no meio da carteira profissional ou da carteira (a exemplo do acocô) e o correto é devolver a folha de onde foi retirada.
Orixás: Ogum
Características: Folhas bem finas e de coloração roxa de um lado e verde do outro.

EGENDA: 



Esta planta tem a excelente função de auxiliar o desenvolvimento dos novos médiuns, usado em banhos. Tem o poder de trazer logo os guias do filho de santo.
Formas de Uso: Banho antes dos trabalhos.
Orixás: Ogum
Características: Planta rasteira, com folhas de coloração verde e rocha, geralmente verde por cima e roxa por baixo, mas podendo variar.

ALECRIM: 



Esta também é uma erva utilizada para quase tudo nos rituais, mau olhado, quebrante, etc. Seu uso medicinal está voltado para o coração, como um tônico, mas pode ser dilatador seu efeito, deve-se tomar cuidado com a quantidade do uso. Não confundir com alecrim do cruzamento, também conhecido por alfazema do Brasil, ou alecrim do norte, como é conhecido na Bahia, este já tem maior aplicação litúrgica no seu poder de afastar Egum.
Formas de uso: Alecrim – Chá; Alecrim do Cruzamento – Banho, defumação, pó e sacudimento
Orixás: Oxalá, Oxossi.
Características: Alecrim – Folhas opostas cruzadas, e estreitas, de bordas voltadas para baixo de coloração verde escuras, exala cheiro aromático, forte e agradável; Alecrim de Cruzamento – Caule estirado esgalhado, com folhas bem pequenas e verdes.

GUINÉ, PIPI ou AMANSA SENHOR:



Uma erva muito utilizada por caboclos e pretos velhos em suas mirongas. Excelente para banho de descarrego e sacudimento. Usa-se colocar uma folha sob o pé para atrair coisas boas. Importante, seu uso interno é altamente restrito, apesar de ter funções medicinais, as doses teriam que ser mínimas e muito bem administradas para não causar efeitos nocivos que podem levar inclusive a morte. Externamente, o guiné tem diversas aplicações analgésicas. Emprega-se as folhas machucadas, em compressas, para acalmar as dores de cabeça, dores reumáticas, etc.
Forma de Uso: Banhos e compressas externas, proibido uso interno.
Orixás: Oxossi
Características: Sub-arbusto de até de um metro e meio de altura, ramos eretos, folhas médias e verde clara.

LOURO: 



Outra erva muita conhecida nas cozinhas, como condimento e tempero e que também tem qualidades litúrgicas e medicinais, no ritual é muito utilizada em defumação e banho para atrair prosperidade. Tem bons resultados para combater a ausência da menstruação (amenorréia) em forma de chá, ou no combate da nevralgia e reumatismo fazendo fricções com o azeite extraído das folhas. Sobre as partes doloridas.
Forma de Uso: Defumação, banho e chá.
Orixás: Yasã / Oya
Características: Árvore de tronco liso.
Folhas semelhantes as da laranjeira, são mais duras que o normal, como se estivessem secas.


REFERÊNCIA: 
AS ERVAS, J. BONAMIGO. Disponível em: <http://www.girasdeumbanda.com.br/2010/as-ervas.php>. Acesso em: 25/10/2013.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Você acredita nos seus guias?

Em nossa religião, temos diversos guias, mestres e mentores, que são espíritos em evolução, outros em ascensão plena e outros até evoluídos, que direcionam os trabalhos de Umbanda em outro plano amparados pelos Sagrados Orixás. Analisando isso, somos muito bem amparados e guiados, por espíritos que nos amam e que tem uma afinidade ímpar conosco. Muitos de nossos guias mais próximos possuem uma ligação familiar de muitas vidas passadas e trazem como missão nesta passagem da vida nos amparar e nos guias conforme nossas necessidades e merecimentos em cada momento de nossas vidas.

Mas a grande pergunta é: Você acredita no seu guia, ou na sua banda?

Vejo muitos médiuns de Umbanda, por muitas vezes duvidarem do trabalho dos seus guias e até mesmo questionando suas orientações para com você e outras pessoas. Vejo também a famosa frase: “Mas meu Guia não me ajuda por que”? Só ajuda os outros?

Devemos primeiro entender que nós médiuns somos canais, veículos de espíritos evoluídos que nos guiam, orientam e ajudam a quem necessitar e merecer (inclusive nós).

Não confunda seus medos, sua incertezas com a força e a capacidade dos seus guias. Nossos guias nos ajudam o máximo que podem, dentro da Lei Maior e da Justiça Divina, e se por algum momento de sua vida eles “não te ajudarem”, pode ter certeza: é um momento que você deve firmar suas pernas no chão, ser forte e adentrar de cara na situação, pois a sua vida quem deve viver é você.

Nossos guias não são muletas ou muito menos babás, para ficar nos mimando ou nos bajulando. Os guias são espíritos que nos fazem crescer, pensar e principalmente sermos racionais assim andando com nossas próprias pernas.

Quando a incerteza bater em sua porta, a vaidade, e o ego tentarem te acolher, firme sua cabeça em Deus, nos Orixás, e em seus guias. Pode ter certeza que se você acreditar, o seu mundo irá mudar, seus guias lhe mostraram o caminho para você percorrer. Suas decisões você que deve tomar e aceitar as consequências também.

Não importa se você errar, falhar, cair, os guias sempre irão te amparar, desde que você confie neles e em Deus e tenha plena certeza de que você está aqui para aprender, seja lá como for.

Confie em você, na sua natureza, e com certeza através dessa confiança seus guias se manifestarão em sua vida naturalmente e com muito poder de realização.

Confie.

REFERÊNCIA:

ESPIRITUALIZANDO COM A UMBANDA. Disponível em:<http://espiritualizandocomaumbanda.blogspot.com.br/>. Acesso em: 26/09/2013.